Duas décadas de história, meio século de tradição

Desde suas origens, a trajetória da Volkswagen Caminhões e Ônibus Operações América do Sul é marcada pela inovação.

Em janeiro de 1981, dois meses depois de adquirir a empresa Chrysler Motors do Brasil, a montadora lançava o E 13, o primeiro caminhão movido a álcool do Brasil. Depois, em 1984, veio o primeiro veículo de grande porte movido a gás metano/biogás, o VW 140. As exportações começaram já no ano seguinte, e, em 1993, surgia o primeiro chassis para ônibus, o Volksbus 16.180.

Mas foi em novembro de 1996, com a inauguração da fábrica na cidade de Rezende, no sul do estado do Rio de Janeiro, que a MAN Latin America deu um salto tecnológico e de gestão de negócios. Os consumidores reconheceram o desenvolvimento da empresa, e deram a ela, em seu aniversário de 20 anos, o posto de maior montadora de caminhões do Brasil. É a companhia que mais cresceu no mercado nacional nos últimos anos.

São mais de 25 anos de história, mas meio século de tradição. Tudo começou em 1958, com a formação da Simca do Brasil. Em 1966, 92% do controle acionário da empresa foi comprado pela Chrysler. Três anos depois, o grupo inaugurou a fábrica de caminhões Dodge e lançou o modelo D 700, que marcou época. A Volkswagen começou a participar do controle da corporação a partir de janeiro de 1979, em um processo que terminou com o surgimento oficial da Volkswagen Caminhões Limitada, em fevereiro de 1981.

A fábrica de Resende foi o grande marco dessa história de ascensão.

Desde o começo oficial das operações da planta, em 1996, a participação da MAN Latin America no mercado de caminhões dobrou. Hoje, a empresa oferece ao mercado doméstico modelos de caminhões leves a extrapesados e chassis para ônibus urbano, fretamento e rodoviário, que também são exportados para mais de 40 países.

Além disso, a fábrica se transformou em um local de referência mundial com a criação do Centro Mundial de Desenvolvimento dos Caminhões e Ônibus Volkswagen, um ambiente de pesquisas desenvolvido em Resende.

A evolução trazida pela nova fábrica e pelo Centro de Desenvolvimento foi tão grande que, nos últimos anos, o know how adquirido no Brasil foi levado para plantas inauguradas no México e na África do Sul.